sábado, 22 de novembro de 2014

O amor e o Gênesis

Diário de uma cearense descobrindo o amor...

Minha releitura sobre o Gênesis, principalmente no seu primeiro capítulo, pode parecer meio piegas, mas pra mim faz todo sentido.

Imagino que Deus nunca tenha precisado de nós. Ele é pleno. Não precisava de nós pra amar. Ele é o próprio amor... Mas o amor é meio folgado. Quer se espalhar. Não porque precisa, mas porque quer... Só!

Deus, na sua infinitude, poetisa... Decide espalhar o amor. Começa a idealizar uma criatura... Planeja à sua própria imagem! A imagem do amor...

Então, aquele que pairava sobre a terra, a mesma que era sem forma e vazia, começou a projetar cada detalhe, pra receber o seu bem-amado!

Ele deu forma ao espaço, iluminou direitinho, climatizou, decorou com carinho e zelo... E tudo o que ele fazia com suas próprias mãos era bom! Tudo era bom pra Deus. Ambiente perfeito pra espalhar o amor...

Então Deus criou sua criatura mais desejada. Surgia a humanidade... Alvo do amor! 

Imagino que ele nutria doces expectativas... Coisas que Deus realmente não precisava nutrir... Mas o imagino olhando pros seus pequenos e se questionando "será que irão me amar?"... "Será que vão gostar de mim?"... "Não importa! Eu amarei incondicionalmente, e espalharei o meu amor em tudo o que estiver ao redor dele... Desejo que o seu coração descubra o amor. E que seja livre pra decidir espalhar o meu amor... E isso alegra o meu coração!" 

Quando decidimos amar decidimos por causa Dele. Voltamos ao Éden, voltamos Gênesis!
Voltamos ao precisoso encontro com o Criador... 

Quando espalhamos o amor fazemos o Senhor sentir, orgulhosamente, que deu tudo certo!


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